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Diário de Pilar Na Grécia


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Diário de Pilar Na Grécia


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PREMIAÇÕES

Prêmio CBTIJ

Melhor Espetáculo
Diário de Pilar na Grécia

Melhor Atriz em Papel Protagonista
Miriam Freeland

Melhor Ator em Papel Coadjuvante
Pedro Monteiro

Melhor Texto Adaptado
Symone Strobel


Indicações:

Texto Adaptado
Symone Strobel

Cenário
Natália Lana

Melhor Direção
Symone Strobel

Iluminação
Felipe Lourenço

Fotografia de Cena
Guga Melgar

Adereços
Alexandre Guimarães, Tuca, Mariana Alvez Rodrigues e Maradona

Direção de Produção
Tatianna Trinxet

Técnica
André Salles (Cenotécnica)


Prêmio Botequim Cultural

Melhor Espetáculo
Diário de Pilar na Grécia

Melhor Atriz
Miriam Freeland

Melhor Ator
Pedro Monteiro


CLIPPING 2019

DIÁRIO DE PILAR NA GRÉCIA

03 DE AGOSTO A 01 DE SETEMBRO DE 2019

TEATRO CLARA NUNES
SHOPPING DA GÁVEA - RIO DE JANEIRO/rj

“Diário de Pilar na Grécia” propõe a montagem de teatro musical para o publico infantil e juvenil baseado no livro homônimo da autora Flávia Lins e Silva.
Um espetáculo de alta qualidade artística, levando em consideração a inteligência e a capacidade das crianças e pequenos jovens em discutir questões fundamentais da vida como a amizade, o companheirismo, a solidão, a coragem, a perda, e inclusive, a morte.

Abordando esses temas de forma delicada, humorada e muito positiva, o espetáculo “O diário de Pilar na Grécia”, é uma grande oportunidade de somarmos a literatura infantil brasileira de qualidade com o teatro. Oferecendo, ao que podemos chamar de primeiro público, uma obra com potente capacidade de provocar reflexões e sensações.

Flávia Lins e Silva é uma autora extremamente sofisticada. Ela expõe em suas obras uma rica pesquisa e oferece ao seu público possibilidades de conhecimento e acesso raros na literatura brasileira atual.
Somando essa potência a uma ficha técnica comprovadamente experiente e renomada no mercado que “O diário de Pilar na Grécia” chega aos teatros brasileiros para enriquecer o nosso cenário de teatro voltado para crianças.


FICHA TÉCNICA

Idealização: Miriam Freeland
Adaptação e Direção: Symone Strobel 
Direção de Movimento: Paula Águas 
Direção Musical e Canções Originais: Kleiton & Kledir
Preparação Vocal: Kleiton Ramil 
Arranjos e Produção Musical: Dudu Trentim
Assistente de Direção: Pedro Scovino
Desenho de Luz: Felipe Lourenço
Cenário: Natália Lana
Figurino: Bruno Perlatto
Bonecos e Adereços: Alexandre Guimarães
Visagismo: Sid Andrade
Cenógrafo Assistente: Kadu Lobato
Cenotecnico: André Salles
Costureira de Cenário: Nice Tramontin
Tratamento de Imagens: Barbara Lana
Equipe de Cenotecnia: Paulo Sá, Walmir Jr, Welington Carmo, Ronaldo Ferrinha, Adriano e Pedro
Contrarregra e Camareiro: Maycon Soares
Diretor de Palco: Gigante César
Assistente de Figurino: Luísa Marques
Costureiras: Ana Vita, Angela Sardinha, Fatima Felix e Sônia Maria
Aderecistas de Figurino: Tuca, Mariana Alves Rodriguez e Maradona
Assistentes de Bonecos e Adereços: Filipe Cruz, Luana Prado, Rahira Coelho e Tuca
Montagem de Luz: Hermes Nunes e Rodrigo Belay
Operador de Luz: Mario Jr
Organização e Edição de Eventos Sonoros: Murilo O”Reilly
Operador de Som: Gigante César
Assessoria de Imprensa: Mniemeyer
Marketing e Midias Sociais: Inova Brand
Ilustrações: Joana Penna
Design Gráfico: Leonardo Pires
Fotógrafo Oficial: Marcos Silva
Coordenação de Produção: Miriam Freeland
Coordenação Administrativa Financeira: Cavalo Marinho
Produção Executiva: Thaís Trinxet
Direção de Produção: Tatianna Trinxet
Co-Produção: Constelar Arte, Diversão e Cultura
Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas


TEATRO CLARA NUNES
AGOSTO 2019 A SETEMBRO 2019

TEATRO MIGUEL FALABELLA
JANEIRO 2019 A FEVEREIRO 2019

TEATRO DOS 4
NOVEMBRO 2018 A DEZEMBRO 2018


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Casa de Bonecas


Casa de Bonecas


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CLIPPING

Encenação do clássico texto de Henrik Ibsen, com versão do diretor argentino Daniel Veronese.

O espetáculo estreou em 2009, em Buenos Aires, com reconhecimento de público e crítica, arrebatando prêmios na Argentina e em outros países. No Brasil, a montagem é produzida pela Cia. Movimento Carioca de Teatro e protagonizada pelos atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo.

Com figurinos, iluminação e trilha sonora minimalistas, esta versão de “Casa de bonecas” coloca os conflitos, os dramas e a relação familiar em primeiro plano. O diretor aposta no encontro texto/ator/plateia, em um cenário que traz o público para “dentro da casa”, incluído nas discussões, risos, provocações, dores e emoções das personagens.

Com tema extremamente atual, “Casa de bonecas”problematiza o lugar da mulher na sociedade patriarcal e faz eco com inúmeras discussões sobre o tema. O espetáculo esteve em cartaz no CCJF – RJ e comprovou a importância do mesmo no nosso cenário teatral brasileiro.

Uma releitura contemporânea que questiona e desafia as propostas do texto original, subvertendo e ressignificando a obra escrita há mais de 120 anos. Essa provocação é o que move o espetáculo e o insere no século XXI.


EM CARTAZ

De 03 de Novembro a 18 de Dezembro de 2016
Quinta à Sábado às 21h
Domingo às 19h

Teatro Candido Mendes
Rua Joana Angélica, 63 - Ipanema
(próximo ao Metrô N. S. da Paz)
Rio de Janeiro, RJ
INFO: (21) 2523-2663


FICHA TÉCNICA

Texto: Henrik Ibsen
Versão: Daniel Veronese

Direção: Roberto Bomtempo e Symone Strobel
Iluminação: Gonzalo Martínez
Cenário: Franco Battista e Ariel Vaccaro
Produção: Miriam Freeland e Valéria Alves
Elenco: Roberto Bomtempo, Miriam Freeland, Anna Sant’Ana, Leandro Baumgratz e Regina Sampaio

 

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Plínio


centro cultural dos correios/rj

Plínio


centro cultural dos correios/rj

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CLIPPING

PLÍNIO

Nova temporada
de 26 de outubro a 26 de novembro de 2017
Centro Cultural dos Correios/RJ

COM rOBERTO BOMTEMPO

Passado nos últimos meses de vida do autor, a personagem Plínio Marcos faz um panorama de suas andanças pela vida, desde a sua infância em Santos, sua imersão no circo como o palhaço Frajola, suas primeiras peças, a constante censura em suas obras, filhos, casamentos, sua vida de camelô e principalmente seu eterno amor pelo teatro. Em um momento onde o teatro se dividia entre o chamado “Teatrão” e o “Teatro de vanguarda”, um rapaz pobre de Santos muda a historia da dramaturgia dando voz aos marginalizados e construindo textos com diálogos até então jamais vistos na dramaturgia Brasileira. Entre sucessos e fracassos, Plínio Marcos constrói uma careira a duras penas, seja brilhando nos palcos ou vendendo seus próprios livros como camelô na porta de teatros e restaurantes nas ruas de São Paulo.


FICHA TÉCNICA

Texto: Mauricio Arruda Mendonça
Direção: Silvio Guindane
Elenco: Roberto Bomtempo
Pesquisa:  Carin Louro, Silvio Guindane e Roberto Bomtempo
Iluminação: Daniel Galvan
Cenário: Daniele Geammal
Figurino: Mel Akerman
Caracterização: Martin Marcias Trujillo
Assistência de Direção: Janaina Moura e Sergio Maciel
Produção: Movimento Carioca Produções Artísticas
Duração: 75 minutos
Gênero: Comedia Dramatica
Classificação:
Livre para todos os públicos

 

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Tomo suas mãos nas minhas


Tomo suas mãos nas minhas


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CLIPPING

O espetáculo conta a história de amor entre Anton Tchekhov e Olga Knipper: ela uma jovem atriz iniciante; ele, um escritor renomado mais velho e já apresentando os primeiros sinais da tuberculose, que o acompanharia até a morte. O casal se conhece em uma leitura de “A Gaivota” no Teatro de Arte de Moscou. Devido ao clima gélido daquela cidade, Tchekhov passava boa parte do ano em Ialta, longe de Olga, que precisava permanecer em Moscou por conta de seus compromissos com o teatro. Esta situação gerou uma intensa troca de cartas entre os dois; mais de 400 durante o período de seis anos que se encerra com a morte prematura do autor.

Estrelado pelo casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo, TOMO SUAS MÃOS NAS MINHAS é uma peça delicada e emocionante que tem sido extremamente bem acolhido pela crítica e pelo público desde sua estreia.
 


FICHA TÉCNICA

Tradução e Direção: Leila Hipólito
Elenco: Roberto Bomtempo e Miriam
Freeland


Estreou em Janeiro/2010, no Teatro Leblon/RJ

Temporadas: Teatro Fashion Mall (2015), Festival de Teatro de Tiradentes/MG (2015), Sesc Nova Iguaçu (2015), Mostra Panorama Petrobrás/RJ - Teatro Sesc Ginástico (2013), Porto Alegre em Cena (2012), Circulação pelo Programa Petrobrás Distribuidora de Cultura - Campo Grande, Salvador, Belo Horizonte, Vila Velha e Goiâni (2012),

Teatro Anchieta Sesc Consolação/SP (2011), Patrocínio da Caixa Cultural para apresentações em Curitiba (2011),

Teatro Sesc Tijuca/RJ (2010), Festival de Teatro de Angra dos Reis (2010), XIIFestival Recife de Teatro Nacional (2010).

Projeto referenciado por editais das empresas: Eletrobrás, SESC RJ, SESC SP, Caixa Cultural e Petrobras Distribuidora.


CRÍTICA

Emoção contida nas cartas está na peça (...) Encenação é primorosa (...) É um espetáculo comovente e apaixonante, realizado com toda dedicação que Tcheckhov merece.
Barbara Heliodora – O Globo


PRÊMIOS E INDICAÇÕES

Indicado Prêmio Shell 2010 nas categorias:

  • Melhor Ator
  • Melhor Atriz
  • Iluminação
  • Cenário

 

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Besame Mucho


Besame Mucho


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Essa comédia escrita por Mario Prata, com direção de Roberto Bomtempo, conta a história de quatro amigos de uma cidade do interior de São Paulo. Xico (Leandro Baumgratz) veio do interior para a capital e se torna escritor de sucesso. Casa com Olga (Janaina Moura), que também veio do interior, exilou-se em Paris em 1968 onde criou reputação como socióloga. O casal vive um drama de criatividade, ele é o “escritor de sucesso”, que recebe em 1979 o prêmio Moliere pela peça “Besame Mucho”, mas na verdade quem escreveu a peça foi sua esposa, Olga.

O segundo casal é formado por Tuca (Rafael Sardão) que permaneceu no interior, tornou se advogado de sucesso e casou com Dina (Ana Paula Sant´Anna), dona de casa prendada, ingênua, que escolheu ser esposa e mãe. Um casal que se ama, mas enfrenta alguns problemas no casamento. Dina, em virtude de uma educação extremamente repressora que teve no colégio freiras e uma forte síndrome de culpa, não consegue se sentir plena no casamento, atrapalhando a relação do casal que chega até a pensar em separação.  Tudo muda quando Dina, numa tentativa de apimentar a relação, se veste de Marilyn Monroe, a fantasia funciona tanto que o casal passa a realizar as mais diversas fantasias sexuais, criando – através desse “jogo” – situações muitos divertidas.


FICHA TÉCNICA

Direção
: Roberto Bomtempo
Elenco: Ana Sant’Anna, Leandro
Baumgratz, Rafael Sardão e Janaína Moura


Estreou em novembro/2010, no Circuito Sesc/RJ – Niterói, São João de Meriti, Barra Mansa, Nova Iguaçu, Engenho de Dentro e Madureira.

Temporadas: Teatro Leblon (2012), Espaço Sesc/RJ (2011), Teatro Leblon (2011), Circuito Sesi/RJ – Jacarepaguá, Duque de Caxias, Macaé, Campo dos Goytacazes, Itaperuna e Petrópolis (2011), Teatro dos Grandes Atores (2011)

Projeto referenciado peloSESC/RJ e SESI/RJ


CRÍTICA

Besame Mucho recebeu exelente versão cênica de Roberto Bomtempo, cabendo destacar a criativa e dinâmica de encenação, a ótima utilização dos vídeos e a capacidade do diretor de extrair atuações irrepreensíveis do elenco.“  - Lionoel Fisher

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Espia uma mulher que se mata


Espia uma mulher que se mata


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Escrito pelo dramaturgo argentino Daniel Veronese, o espetáculo Espia Uma Mulher Que Se Mata é uma releitura contemporânea do clássico Tio Vânia, de Anton Tchecov. A peça aborda os dramas e as relações familiares, de forma concisa, intimista e visceral. A montagem propõe questões de linguagem na relação entre o ator, o texto e a encenação.


FICHA TÉCNICA

Direção: Daniel Veronese e Marcelo Subiotto
Elenco: Roberto Bomtempo, Miriam
Freeland, Symone Strobel, João Vitti, Flavia Pucci, Marco Miranda e Regina Sampaio


Estreou em abril/2009, no Espaço Sesc/RJ

Temporadas: Teatro Leblon (2010), Teatro Maria Clara Machado(2009), Sesc Barra Mansa/RJ (2009), Sesc Niterói/RJ (2009), Sesc São Gonçalo/RJ (2009), Sesc Petrópolis/RJ (2009), Sesc Engenho de Dentro/RJ (2009)

Projeto referenciado pelo SESC/RJ


PREMIAÇÕES E INDICAÇÕES
 

  • Indicado Prêmio Shell 2009, na Categoria Especial, por sua importância para o Intercâmbio cultural latino-americano
  • Indicado Prêmio APTR 200,  na categoria de Melhor Ator para Roberto Bomtempo

CRÍTICA

"Uma versão que faz justiça a obra de Tchekhov (…) O trabalho de Veronese tem base na insistente declaração do autor russo de que a peça é uma comédia, e no considerável número de emoções e pensamentos conflitantes no texto. (…) “Espia uma mulher que se mata" é uma experiência interessante, e uma boa ocasião de se tomar conhecimento dos caminhos que trilha o teatro argentino.”
Barbara Heliodora - O Globo

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Um Sopro de vida


Um Sopro de vida


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CLIPPING

FICHA TÉCNICA

Direção: Roberto Bomtempo e Daniel Dias da Silva

Elenco: Roberto Bomtempo e Miriam Freeland


Estreou em Novembro/2006, no Teatro Maria Clara Machado/RJ

Temporadas: Festival de Teatro de Angra dos Reis (2008), Teatro Casa da Gávea (2008) 

Projeto referenciado pelo Edital Myriam Muniz/2006


CRÍTICA

“A apresentação do espetáculo é tão bonita (...) e transmite tanto entusiasmo (...) Foi uma experiência plena!”

Ida Vizencia – Jornal do Commercio

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Raul Fora da Lei - A História de Raul Seixas


Raul Fora da Lei - A História de Raul Seixas


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CLIPPING

O "monólogo musicado", como chama o ator Roberto Bomtempo, que vive o músico homenageado, já rodou o Brasil, passando por São Paulo (interior e capital), Belo Horizonte, Salvador, Maceió, Fortaleza, Porto Alegre, entre outras cidades e Estados.

Como um tributo ao músico Raul Seixas, "Raul Fora da Lei - A História de Raul Seixas" conta com a participação da banda M-743 tocando ao vivo, sob direção musical de Igor Eça. "Gita", "Cowboy Fora-da-Lei" e "Maluco Beleza" são algumas das canções apresentadas durante a peça.

A peça tem roteiro assinado por Luiz Arthur Nunes, Roberto Bomtempo e José Joffily - este último é também o diretor da peça.


FICHA TÉCNICA

Direção: José Joffily
Elenco: Roberto Bomtempo


Estreou em janeiro/2000, no Teatro Maria Clara Machado/RJ e continua em circuito pelo Brasil

Temporadas: Teatro Rival (2010 e 2015), Festival de Teatro de Tiradentes (2014), Circuito Sesi (2014), Canecão (2007), Festival de Teatro de Angra dos Reis - FITA/RJ (2006), Teatro Municipal de Niterói (2006), Teatro Carlos Gomes/RJ (2005), Teatro Sesi/RJ (2004), Teatro Baden Powell/RJ (2004), Porto Alegre em Cena (2004), Teatro Ipanema/RJ (2003), Teatro Municipal de Petrópolis (2003), Tetro Dias Gomes (2003), Centro Cultural Dragão do Mar (2002), Teatro Jorge Amado (2002), Teatro Crower Plaza/SP (2001), Centro Cultural São Paulo (2000), Teatro Municipal de Ouro Preto/MG (2000).

Projeto referenciado pelo SESC e SESI


CRÍTICA

“É uma encenação que celebra um mito da música pop brasileira com teatralidade despojada, e que pode, a exemplo do seu personagem, se transformar em um espetáculo de culto (...) Bomtempo encarna um Raul Seixas arrebatado: não persegue semelhanças, contorna a imitação para construir um personagem com vitalidade.”

Macksen Luiz - Jornal do Brasil

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Capitães da areia


Capitães da areia


Em tempos de extermínio de meninos de rua, nada mais oportuno que a nova montagem de Capitães de Areia, da obra homônima de Jorge Amado. Roberto Bomtempo, diretor e adaptador, presta homenagem ao falecido Carlos Wilson, o Damião, que em 1982 montou a peça e obteve grande sucesso lançando jovens atores e abrindo caminho para o teatro juvenil.

Texto comovente Capitães de Areia, em cartaz no Teatro Vanucci, em certas partes exagera o lado emocional. Os diálogos muitas vezes são forçados e carrega nos estereótipos: a mulher-prostituta, o menino-homem-machão, o negro-bom e o padre comunista. A aventura e a amizade amenizam as dificuldades.

Talvez o tempo tenha tornado Capitães de Areia água com açúcar, uma vez que hoje estamos mais para Infância dos Mortos, de José Louzeiro, do que para o dos heroicos meninos de Salvador. A realidade cruel consegue ser mais fantástica do que a ficção. Mas, mesmo assim, esta montagem é positiva até para manter a discussão em torno da tragédia dos menores.

Roberto Bomtempo realiza um excepcional trabalho de atores. São 29 artistas que mostram vitalidade e paixão pelo ato de representar, especialmente Victor Hugo, o Sem Pernas. Uma revelação no grupo, que consegue um equilíbrio raro de se encontrar. Mas Bomtempo não inova na direção, e usa muitos Black-outs. A morte do Sem Pernas é enfraquecida cenicamente, enquanto a de Dora é prolongada. Jonas Torres é desperdiçado em papel secundário.

A direção musical de Zé Alexandre e Cebolinha coloca o espectador no clima baiano e oferece um espetáculo ao vivo com direito a muitas cenas de capoeira, que embelezam e caracterizam a montagem. A boa coreografia é de Claudio Moreno.


FICHA TÉCNICA

Direção Roberto Bomtempo
Elenco: André Gonçalves, Dira
Paes, Vitor Hugo, Marco Miranda e outros.


Estreou em janeiro de 1992, no Teatro Vannucci/RJ

Temporadas: Teatro de Lona da Barra/RJ, Teatro Tuca/SP, Petrópolis/RJ, Barbacena/MG, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Porto Alegre/RGS, Santa Rosa/RGS, Florianópolis/SC, Campo Grande/MT, Belém/PR, Goiânia/GO, Salvador/BH, Ilhéus/BH e Feira de Santana/BH

O espetáculo foi selecionado para participar do FITEI – Festival Internacional de Teatro do Porto – PT
Turnê por Portugal durante um mês.